segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A chuva (e como ela pode azedar o seu dia)

Eu gosto de chuva. Não tenho nada contra, sabe, é algo que a natureza faz pra deixar a gente vivo. Ela nos fornece água desta e de outras formas que conhecemos. O problema é que esta ação que a natureza faz consegue atrapalhar um dia inteiro.

Claro, eu estava, como sempre, bem animada, trabalhando e pensando no que fazer antes de ir à faculdade. Afinal de contas, eu ainda tinha algumas pendências a resolver, e precisava mesmo dar uma volta. E então, na hora de sair do trabalho, o céu escurece. Pensei: "Oba! Vai chover e vai esfriar, que ótimo". Mas olhei para meus pés e lá estava meu pobre tênis, meio velho e rasgado, me olhando e dizendo: "Pense melhor, será que é uma boa idéia passear com chuva?". Resultado: eu devia ter ido pra casa.

Além de ter passado em todas as lotéricas lotadas, no meio da chuva e sem almoçar, ainda perdi duas horas entre sacar o $$ no banco e encontrar um lugar pra pagar. Não paguei porcaria nenhuma naquelas lotéricas imprestáveis e chutei o pau da barraca: fui pra casa almoçar e me arrumar pra ir à faculdade.

Cheguei em casa, meus pés encharcados e o tênis velho me olhando com aquela cara de "Eu te avisei". Tudo bem, cheguei em casa, desabou água das 3 as 5 e meia, tomei meu banho, almoçei, aproveitei pra tomar aquelas sopas pré-prontas que são uma boa pedida em dias chuvosos, frios e afins, e joguei um pouco no computador. Chegou as 5 e meia, me arrumei e saí. Ok, não estava chovendo até eu chegar na parada.

Cheguei na faculdade, tava desabando o mundo. Claro que eu levei guarda-chuva e fui de bota dessa vez, mas chegando na faculdade lembrei de duas coisas: a primeira, que eu não tinha feito os exercícios para serem entregues pelo Moodle (sistema de escolas on-line, onde os professores postam o que a gente tem que fazer e a gente posta o que faz pra eles conferirem), e a segunda, havia palestra no primeiro período.

Você pode até pensar: tá, e o que a chuva tem a ver com isso? A resposta: Nada. Mas o tempo, em vez de esfriar, está abafado. Nem parece inverno.